Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

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O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Prejuízos no Norte de MG por causa da seca ultrapassam R$ 800 milhões

Segundo a Emater, desde 2011, 110 bovinos
morreram por causa da seca
(G1) O Norte de Minas Gerais já acumula um prejuízo em cerca de R$ 800 milhões no setor agrícola, provocado pela estiagem nas safras 2012/2013 e 2013/2014. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), as perdas estão relacionadas à má distribuição das chuvas durante a produção agrícola. 
A estiagem prolongada provocou ainda uma redução no rebanho bovino da região. De acordo com a Emater, 110 mil animais morreram entre 2011/2014 e mais de 500 mil foram vendidas para outras regiões do país. 
Em Capitão Enéas, o produtor José Geraldo afirma já ter vendido mais de 700 cabeças para evitar que os animais sofram ainda mais com a falta de chuva. “Está difícil de manter o rebanho. Estamos vendendo para não termos prejuízos maiores”, explica.
Já em Glaucilândia, o produtor Marcelo Brant vive o drama para manter a produção de leite em sua propriedade. Segundo ele, as chuvas neste período não foram suficientes para manterem o pasto para os animais. 
“O problema passa de um ano para o outro. O pasto não se recuperou e já no início do de 2014 tive que alimentar os animais com silagem. O sorgo não desenvolveu o suficiente e estou colhendo o milho antecipadamente para não deixar o gado morrer”, afirma. 
Brant afirma ainda ter um prejuízo mensal de R$ 7 mil. “Nós retirávamos em média 500 litros de leite diariamente, agora não ultrapassa de 150 litros”, lamenta.

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