Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Irmãs se reencontram após ficarem 30 anos separadas

"Não dormia e não comia só pensando em vocês", diz Ildeir
(R7) Três irmãs se reencontraram em Belo Horizonte após uma delas ficar 30 anos desaparecida. A dona de casa Ildeir Paula de Macedo precisou mudar para Pirapora, no norte de Minas Gerais, na década de 1980 para trabalhar e nunca mais viu sua família. Emocionada por finalmente poder abraçar a irmã, Maria de Macedo sofreu muito durante estas três décadas.  
— Eu ficava só lembrando dela noite e dia. Não conseguir nem comer. Todo mundo perguntava como estava a minha irmã e eu não sabia. É muito bom estar com ela.
Ildeir conta que não fez contato com a família porque perdeu o endereço. Ela também sentiu muita saudade dos parentes.  
— Eu sai pelo mundo trabalhado para ganhar a vida. Não dormia e não comia só pensando em vocês. Agora a gente vai ficar juntas sempre.  
Há três anos Maria registrou o sumiço da irmã na polícia. O reencontro só foi possível com uma pequena ajuda do acaso, como explica a delegada Fernanda Fiuza.  
— Foi obra do destino. O pessoal da Delegacia de Desaparecidos estava procurando a Ildeir e ela precisou registrar uma ocorrência.   
Ainda de acordo com a delegada, Ildeir queria resgatar animais que estavam em risco e acionou os bombeiros. Na hora de registrar a ocorrência os bombeiros viram que o nome da mulher correspondia ao da irmã desaparecida.

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