Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

População de Padre Carvalho sofre com falta d´água

(Por Zana Ferreira) Enquanto a grave seca enfrentada em todo Norte de Minas já traz diversas dificuldades para produtores e famílias do campo, a população da sede urbana de Padre Carvalho sofre também com as desventuras da falta d’água. Com alternância de dias e bairros, parte da população vem enfrentando freqüentemente a falha na distribuição que prejudica a higiene e alimentação.
Segundo prefeito Antenor Santa Rosa, desde que a distribuição da água deixou de ser responsabilidade do Município para ficar a cargo da Copanor, tais interrupções têm sido recorrentes. Ele alega que a Prefeitura já se reuniu com a empresa para cobrar soluções, mas que ainda não foi possível uma ação definitiva.
“A população tem cobrado da nossa gestão uma solução para esse impasse. A vida sem água é muito difícil e além de problemas de abastecimento na zona
rural, ainda tem essas falhas na sede urbana. Fizemos algumas reuniões, conversamos com a Copanor, porque não podemos deixar a população sem água”, afirma.
Procurada, a Copanor informou que as obras na cidade ainda não foram concluídas, sendo então a empreiteira Concremat a responsável pelos serviços. O engenheiro de obras da empreiteira, José Magno, afirma que a captação de água é suficiente para a demanda da população, mas o consumo excessivo é a causa dos problemas de abastecimento.
“Como as obras não estão concluídas, não podemos realizar faturamento, ou seja, a cobrança da população. Com isso, ocorre um consumo desregrado, que prejudica a distribuição nos bairros da parte alta da cidade. Temos dois reservatórios, uma barragem superficial e um poço artesiano, cuja captação total chega a 18 litros por segundo, suficiente para abastecer uma população de 7.200 moradores. Mas o consumo inadequado de uns, prejudica outros”, alega o engenheiro.
Segundo ele, em 30 dias as obras devem ser finalizadas, podendo o faturamento ser iniciado em até 60 dias. José Magno aponta que há índices de redução de 40% do consumo quando se aplica a tarifação.
“Além disso, vamos trabalhar o consumo consciente, está sendo enviada assistente social que fará campanha de sensibilização com a população, para evitar o desperdício de água”. A empresa acredita que com a tarifação e conseqüente redução do consumo, o problema de falta d’água seja resolvido na sede urbana.

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