Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Sacrifício de cães contaminados só depois de autorização do dono

Essa é a política adotada pela coordenadoria de epidemiologia de Janaúba. O número de animais abandonados pelas ruas de Janaúba não é pequeno e é um fato, situação que por si só configura maus tratos aos animais e por outro lado problema de saúde pública. De um lado a administração pública que deve agir e de outro o senso humanitário, então o que fazer? Sacrificar os animais? Deixá-los soltos nas ruas causando transtornos, enfeando a cidade e operando como vetores de diversas doenças, inclusive transmissíveis ao homem? Não são propostas fáceis de serem defendidas. Em meio à falta de estrutura que persegue o município desde o início de sua história, o coordenador de epidemiologia da prefeitura, Paulo Nei Ribeiro adotou um sistema que protege a todos, animais e homens. O coordenador informa que o, animal, cão doente somente é sacrificado quando é diagnosticado soro positivo e depois de ser dada ciência ao dono, que pode se manifestar por fazer outro exame em laboratório que ele optar, caso reitere o primeiro exame, aí sim o cão doente é sacrificado. Paulo Nei diz que o procedimento para o sacrifício do animal é de forma menos cruel, indicada pela medicina veterinária e o dono do animal que quiser acompanhar o procedimento é só manifestar vontade, ou pedir e autorizar que outra pessoa acompanhe o sacrifício. O coordenador avisa que o setor de epidemiologia disponibiliza um telefone (38) 3821-4335 para o cidadão efetuar as chamadas para algum serviço pertinente a animal com sintomas de doenças, ele informa que cães soltos na rua sem que haja expressa autorização de alguém responsabilizando pela sorte do animal a coordenadoria nada pode fazer. Lembrando aqui que Janaúba foi contemplada pelo Ministério da Saúde por um centro de zoonose, mas o prefeito à época não aceitou os recursos da ordem de R$ 200.000,00. Com a operacionalização do centro grande parte dessasituação angustiante não estaria acontecendo hoje.


Pablo de Melo

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