Esposa do prefeito de Pintópolis dirigia carro que atropelou e matou idosa; família cobra justiça

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Maria Evanilde Vieira Rosa, de 63 anos, morreu após ser atingida por um veículo em São Francisco. Prefeito Tinda confirmou que sua esposa, Josiane Ruas, estava ao volante. Polícia Civil investiga o caso. O atropelamento que terminou com a morte de Maria Evanilde Vieira Rosa, de 63 anos, ganhou forte repercussão após a confirmação de quem estava dirigindo o veículo: Josiane Ruas, esposa do prefeito de Pintópolis, Elton Carlos José de Souza, conhecido como Tinda. A tragédia aconteceu no último dia 6, na comunidade de Retiro, em São Francisco, onde era realizada a tradicional Festa do Milho. Maria Evanilde voltava para casa quando foi atingida e morreu no local. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, o veículo trafegava em alta velocidade e teria perdido o controle ao passar por um quebra-molas. Com a violência do impacto, a idosa foi arremessada. A motorista deixou o local sem prestar socorro. Um vídeo registrou o momento do atropelamento. O filho da vítima, José Adailson Vieira dos S...

Sacrifício de cães contaminados só depois de autorização do dono

Essa é a política adotada pela coordenadoria de epidemiologia de Janaúba. O número de animais abandonados pelas ruas de Janaúba não é pequeno e é um fato, situação que por si só configura maus tratos aos animais e por outro lado problema de saúde pública. De um lado a administração pública que deve agir e de outro o senso humanitário, então o que fazer? Sacrificar os animais? Deixá-los soltos nas ruas causando transtornos, enfeando a cidade e operando como vetores de diversas doenças, inclusive transmissíveis ao homem? Não são propostas fáceis de serem defendidas. Em meio à falta de estrutura que persegue o município desde o início de sua história, o coordenador de epidemiologia da prefeitura, Paulo Nei Ribeiro adotou um sistema que protege a todos, animais e homens. O coordenador informa que o, animal, cão doente somente é sacrificado quando é diagnosticado soro positivo e depois de ser dada ciência ao dono, que pode se manifestar por fazer outro exame em laboratório que ele optar, caso reitere o primeiro exame, aí sim o cão doente é sacrificado. Paulo Nei diz que o procedimento para o sacrifício do animal é de forma menos cruel, indicada pela medicina veterinária e o dono do animal que quiser acompanhar o procedimento é só manifestar vontade, ou pedir e autorizar que outra pessoa acompanhe o sacrifício. O coordenador avisa que o setor de epidemiologia disponibiliza um telefone (38) 3821-4335 para o cidadão efetuar as chamadas para algum serviço pertinente a animal com sintomas de doenças, ele informa que cães soltos na rua sem que haja expressa autorização de alguém responsabilizando pela sorte do animal a coordenadoria nada pode fazer. Lembrando aqui que Janaúba foi contemplada pelo Ministério da Saúde por um centro de zoonose, mas o prefeito à época não aceitou os recursos da ordem de R$ 200.000,00. Com a operacionalização do centro grande parte dessasituação angustiante não estaria acontecendo hoje.


Pablo de Melo

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