Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

• Supremo Tribunal Federal decidirá amanhã quem fica com a vaga de deputado federal por Montes Claros

O plenário do Supremo Tribunal Federal deve julgar amanhã a questão sobre a posse de suplentes de deputados. Serão analisados dois mandatos relatados pela ministra Cármen Lúcia, um deles envolvendo uma vaga de deputado federal por Montes Claros. A vaga vem sendo ocupada por Jairo Ataide, mas é pleiteada por Humberto Souto pelo critério do partido. Até agora, o Supremo já determinou liminarmente cinco posses de suplentes dos partidos. No entanto, a Câmara dos Deputados ainda não deu posse a eles e tem chamado os substitutos das coligações. Nos cinco casos, os ministros entenderam que a vaga pertence ao partido por conta do princípio da fidelidade partidária. Cármen Lúcia seguiu este entendimento. No entanto, a questão não é unanimidade no STF. No dia 17 de março, o ministro Ricardo Lewandowski decidiu de forma contrária em favor das coligações. Dias depois, o ministro Celso de Mello tomou a mesma decisão em duas liminares. O presidente da Câmara, Marco Maia, tem reclamado da indefinição e pediu pressa ao STF.

Por: Pablo de Melo

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