Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

• Supremo Tribunal Federal decidirá amanhã quem fica com a vaga de deputado federal por Montes Claros

O plenário do Supremo Tribunal Federal deve julgar amanhã a questão sobre a posse de suplentes de deputados. Serão analisados dois mandatos relatados pela ministra Cármen Lúcia, um deles envolvendo uma vaga de deputado federal por Montes Claros. A vaga vem sendo ocupada por Jairo Ataide, mas é pleiteada por Humberto Souto pelo critério do partido. Até agora, o Supremo já determinou liminarmente cinco posses de suplentes dos partidos. No entanto, a Câmara dos Deputados ainda não deu posse a eles e tem chamado os substitutos das coligações. Nos cinco casos, os ministros entenderam que a vaga pertence ao partido por conta do princípio da fidelidade partidária. Cármen Lúcia seguiu este entendimento. No entanto, a questão não é unanimidade no STF. No dia 17 de março, o ministro Ricardo Lewandowski decidiu de forma contrária em favor das coligações. Dias depois, o ministro Celso de Mello tomou a mesma decisão em duas liminares. O presidente da Câmara, Marco Maia, tem reclamado da indefinição e pediu pressa ao STF.

Por: Pablo de Melo

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