Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

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Fim de papo. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na noite desta quarta-feira (27) que os parlamentares que se afastarem de seus cargos deverão ser substituídos pelos suplentes da coligação a qual pertenciam, critério que a Câmara dos deputados já adotava. O mandato só fica com o partido em casos de infidelidade partidária. Ao contrário da decisão tomada em dezembro de 2010, que dava ao representante do partido o direito à vaga levando em consideração que as coligações tinham fim após o pleito, os ministros do Supremo mudaram de idéia e entenderam que o mandato pertence à coligação. Se a decisão fosse pela suplência da mesma legenda, 24 deputados seriam afastados por não pertencerem aos partidos dos licenciados. Com o veredicto, o montes-clarense Jairo Ataíde (DEM), quarto suplente mineiro a tomar posse, permanece ocupando o cargo de deputado federal e Humberto Souto (PPS) tem cassada a liminar concedida pelo STF no ano passado que dava a ele o direito de ocupar o lugar do colega de partido Alexandre Silveira, mesmo com o mandato de segurança, a Câmara nunca acatou a decisão do Supremo e se posicionou a favor das coligações.

Por: Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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