Preso em Mirabela homem procurado por tentativa brutal de matar ex-companheira em São Paulo é preso 26 anos após o crime

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Suspeito teria perseguido a vítima até um terreno baldio e desferido golpes de faca; mulher perdeu o antebraço e sofreu graves lesões. Anos depois, ele foi localizado no Norte de Minas Um crime brutal ocorrido no interior de São Paulo há 26 anos teve um novo e surpreendente capítulo no Norte de Minas. Um homem acusado de tentar matar a própria ex-companheira a facadas foi preso em Mirabela, na última quarta-feira (26). Segundo informações da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o investigado teria perseguido a mulher até um terreno baldio depois que ela decidiu terminar o relacionamento. A apuração aponta que a tentativa de matá-la teria sido motivada por vingança. A violência foi extrema. A vítima sofreu ferimentos gravíssimos, teve o antebraço esquerdo amputado e órgãos internos atingidos. Conforme a Polícia Civil, o ataque somente terminou porque uma pessoa que estava nas proximidades interveio. De São Paulo para Mirabela Décadas se passaram desde o crime cometido no interior pauli...

Há 30 anos, Amâncio Oliva plantava uma semente que ajudaria a construir sua história em Varzelândia



Criado de forma simples entre amigos, evento chega à histórica 30ª edição neste sábado (29); três décadas depois, seu idealizador está à frente da Prefeitura de Varzelândia com a Administração “Do Povo Para o Povo”

Há histórias que começam sem que ninguém consiga imaginar onde poderão chegar. Há exatamente 30 anos, em meio à amizade, às cavalgadas, à música e ao desejo de preservar as raízes do povo do interior, Amâncio Oliva ajudava a iniciar o Garapão. Naquele momento, nascia uma tradição. Três décadas depois, aquela semente permanece viva e seu idealizador ocupa hoje o cargo de prefeito de Varzelândia.

Neste sábado, 29 de agosto de 2026, o Engenho Raízes do Campo, em Campo Redondo, será novamente cenário do encontro de gerações para celebrar a histórica marca de 30 anos do Garapão.

São três décadas marcadas por cavalgadas, encontros, música, famílias reunidas, amizades construídas e, principalmente, pela preservação de uma identidade que atravessa gerações.

Uma semente plantada há três décadas
O Garapão nasceu de maneira simples, entre amigos, mas encontrou terreno fértil para crescer. Ao longo dos anos, tornou-se um símbolo de confraternização e valorização das tradições locais, reunindo pessoas que compartilham o sentimento de pertencimento e respeito pelas raízes de Varzelândia e de suas comunidades.

A trajetória do evento também se confunde com a própria caminhada pública de Amâncio Oliva.

O homem que há três décadas participou do início de uma iniciativa comunitária, construída a partir da proximidade com as pessoas e da valorização das tradições, é hoje o prefeito responsável por conduzir a Administração “Do Povo Para o Povo”.

É uma trajetória carregada de simbolismo: a semente lançada há 30 anos foi plantada, regada e atravessou gerações. O Garapão cresceu. Amâncio também construiu sua caminhada. E aquela relação próxima com as pessoas, iniciada muito antes da vida administrativa, tornou-se parte de sua história até chegar à Prefeitura de Varzelândia.

Memórias que nenhuma câmera consegue guardar por inteiro
Celebrar os 30 anos do Garapão significa também olhar para trás e reconhecer todos aqueles que participaram dessa construção.

Fotografias e vídeos antigos recuperam rostos, cavalgadas e encontros que ficaram marcados na memória. Algumas pessoas continuam presentes; outras deixaram saudades. Mas todas, de alguma maneira, ajudaram a escrever os capítulos dessa história.

É justamente esse sentimento que aparece no registro comemorativo dos 30 anos, no qual a fala de Amâncio Oliva se encontra com os versos de Millena Mell Oliva, além de fotografias, vídeos e lembranças de diferentes épocas.

Mais do que documentar um evento, o material procura preservar um sentimento: o orgulho de pertencer a uma história construída coletivamente.

De geração em geração
Talvez uma das maiores conquistas do Garapão esteja justamente em sua continuidade. Aqueles que participaram das primeiras edições hoje dividem espaço com filhos, netos e uma nova geração que assume a responsabilidade de manter viva a tradição.

É assim que o evento chega ao seu 30º capítulo: sem abandonar as raízes que deram origem a tudo.

Neste sábado, Campo Redondo volta a receber famílias, amigos e participantes que fizeram parte dessa caminhada para celebrar muito mais do que uma data no calendário.

Serão celebrados 30 anos de memória, amizade, cavalgadas, música, família e tradição.

Para Amâncio Oliva, o momento também representa um reencontro com a própria trajetória. Trinta anos depois de ajudar a plantar aquela semente, ele chega à histórica edição do Garapão como prefeito de Varzelândia, à frente de uma administração que carrega no próprio nome uma mensagem diretamente ligada à caminhada construída ao longo dessas décadas: “Do Povo Para o Povo”.

O Garapão chega aos 30 anos mostrando que algumas sementes, quando cultivadas com identidade e pertencimento, atravessam o tempo e produzem frutos que seus idealizadores talvez nem imaginassem quando tudo começou.

30 anos de Garapão. De geração em geração, a tradição continua — e novos capítulos dessa história ainda estão por vir.

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