Foi encontrada morta em Jaíba: idosa de 70 anos é sequestrada, tem R$ 34 mil retirados da conta e acaba sendo executada e enterrada em mata

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Ramona Irene Cuevas Martinez saiu de São Paulo com destino ao Norte de Minas e desapareceu. Segundo a Polícia Militar, ela permaneceu dois dias em poder dos suspeitos antes de ser assassinada. Três homens foram presos. Um crime de extrema violência terminou de forma trágica em Jaíba, no Norte de Minas. Ramona Irene Cuevas Martinez, de 70 anos, que havia viajado do estado de São Paulo para Minas Gerais, foi sequestrada, teve R$ 34 mil transferidos de sua conta bancária e acabou morta, segundo informações divulgadas pela Polícia Militar. A idosa estava desaparecida havia 12 dias, período marcado pela angústia dos familiares que procuravam informações sobre seu paradeiro. As investigações, porém, acabaram revelando um desfecho brutal. De acordo com a PM, Ramona mantinha um relacionamento com um homem de 58 anos, morador de Manga, e viajou de São Paulo para encontrá-lo. Durante sua permanência na região, ela também teria se envolvido com um jovem de 22 anos. Segundo a versão apresentada pe...

Vargem Grande do Rio Pardo em ebulição: prefeito é condenado por agressão e difamação


A política de Vargem Grande do Rio Pardo foi sacudida por uma decisão judicial que repercutiu em toda a região Norte de Minas. O prefeito Gabriel Arcanjo Braz, filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), foi condenado a indenizar um morador do município por agressão e difamação.

A sentença, proferida pela Comarca de Rio Pardo de Minas, fixou indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil. A decisão foi mantida pela 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, consolidando o entendimento judicial sobre o caso.

Discussão, capacete e processo judicial
De acordo com informações do TJMG, a confusão teve início quando um morador decidiu filmar um caminhão da prefeitura que realizava serviços em uma obra pública que, segundo ele, teria sido terceirizada. Irritado com a gravação, o prefeito teria discutido com o homem e o atingido no braço com golpes de capacete.

A agressão foi confirmada por laudo médico e admitida pelo próprio réu no processo, conforme consta nos autos.

Mas o episódio não terminou ali.

Acusação nas redes sociais
Ainda segundo o Tribunal, o prefeito utilizou as redes sociais para se defender e, em vídeo, afirmou que o morador teria envolvimento com tráfico de drogas. A acusação, no entanto, foi contestada judicialmente. O morador apresentou certidões negativas comprovando que não havia qualquer registro contra ele, fundamentando a ação por difamação.

Recursos e decisão final
Ambas as partes recorreram. O morador pediu aumento do valor da indenização e solicitou investigação de uma testemunha por suposto falso testemunho. Já o prefeito negou ter praticado ato ilícito, alegando que teria ocorrido apenas uma “discussão acalorada”, e requereu a anulação ou redução da condenação.

O relator do caso, desembargador Paulo Fernando Naves de Resende, rejeitou todos os pedidos e votou pela manutenção integral da sentença. O pedido de investigação da testemunha também foi negado por falta de provas de má-fé.

O que diz o prefeito
Em nota, Gabriel Arcanjo Braz afirmou que o episódio ocorreu em 2023 e classificou o caso como um desentendimento de natureza pessoal, sem relação com o exercício do cargo. Destacou ainda que sempre colaborou com o Judiciário e que, apesar de não concordar com a decisão, respeita o posicionamento da Justiça.

O prefeito reafirmou compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições, garantindo que continuará exercendo suas funções com responsabilidade.

A decisão judicial amplia o debate sobre postura pública, uso das redes sociais e limites da autoridade no exercício do poder. Em Vargem Grande do Rio Pardo, o caso segue repercutindo nos bastidores políticos e entre a população, alimentando discussões sobre ética, responsabilidade e respeito no ambiente público.

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