Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Em Janaúba, Uberaba e Patos de Minas GAECO cumpre mandados em empresas de placas e despachantes

 Operação Gilda cumpre 40 mandados em Uberlândia 06/08/2021 — Foto: Valéria Almeida/G1

Na manhã desta sexta-feira (6), 43 mandados de busca e apreensão são cumpridos em Uberlândia, Uberaba, Patos de Minas e Janaúba, no Norte de Minas, pela Operação "Guilda". A ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberlândia em parceria com a Polícia Militar (PM).


De acordo com as primeiras informações, são 40 mandados cumpridos em Uberlândia e um em cada uma das outras cidades envolvidas. Os alvos são empresas e empresários donos de estampadoras de placas e despachantes.


Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a operação apura crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção passiva, corrupção ativa, prevaricação e lavagem de dinheiro cometidos por proprietários de estampadoras de placas automotivas e despachantes em Uberlândia.
 

A operação foi denominada Guilda em referência às associações que agrupavam indivíduos com interesses comuns (negociantes, artesãos, artistas), em certos países da Europa durante a Idade Média, cujo objetivo era proporcionar assistência e proteção mútuas aos membros do grupo.
 

Investigações

As investigações realizadas pelo Gaeco de Uberlândia apuraram que as empresas envolvidas na operação monopolizavam os serviços de emplacamento em Uberlândia e região. Além disso, foi detectado um estruturado consórcio envolvendo associações criminosas, voltado à criação de pessoas jurídicas por meio de "laranjas". O objetivo era esconder os reais proprietários das empresas e burlar os órgãos reguladores, garantindo o enriquecimento ilícito dos integrantes do consórcio criminoso.


De acordo com o MPMG, grande parte desses "laranjas" têm vínculos empregatícios com outras empresas das quais são "proprietários" ou "sócios". Além disso, segundo a promotoria, as remunerações são completamente incompatíveis com o capital social da constituição das empresas em que figuram como supostos sócios proprietários.
 

As apurações prosseguem em andamento perante o Ministério Público.

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