Janaúba: comunicamos o falecimento do senhor Sebastião Martins Pereira

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É com pesar que comunicamos o falecimento do senhor Sebastião Martins Pereira. A família comunica que o velório está acontecendo no Memorial da Funerária Bom Pastor. O sepultamento será nesta quarta-feira, 03 de junho, às 17 horas, no Cemitério Campo da Paz, bairro São Lucas em Janaúba.

Em Janaúba, Uberaba e Patos de Minas GAECO cumpre mandados em empresas de placas e despachantes

 Operação Gilda cumpre 40 mandados em Uberlândia 06/08/2021 — Foto: Valéria Almeida/G1

Na manhã desta sexta-feira (6), 43 mandados de busca e apreensão são cumpridos em Uberlândia, Uberaba, Patos de Minas e Janaúba, no Norte de Minas, pela Operação "Guilda". A ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Uberlândia em parceria com a Polícia Militar (PM).


De acordo com as primeiras informações, são 40 mandados cumpridos em Uberlândia e um em cada uma das outras cidades envolvidas. Os alvos são empresas e empresários donos de estampadoras de placas e despachantes.


Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a operação apura crimes de associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção passiva, corrupção ativa, prevaricação e lavagem de dinheiro cometidos por proprietários de estampadoras de placas automotivas e despachantes em Uberlândia.
 

A operação foi denominada Guilda em referência às associações que agrupavam indivíduos com interesses comuns (negociantes, artesãos, artistas), em certos países da Europa durante a Idade Média, cujo objetivo era proporcionar assistência e proteção mútuas aos membros do grupo.
 

Investigações

As investigações realizadas pelo Gaeco de Uberlândia apuraram que as empresas envolvidas na operação monopolizavam os serviços de emplacamento em Uberlândia e região. Além disso, foi detectado um estruturado consórcio envolvendo associações criminosas, voltado à criação de pessoas jurídicas por meio de "laranjas". O objetivo era esconder os reais proprietários das empresas e burlar os órgãos reguladores, garantindo o enriquecimento ilícito dos integrantes do consórcio criminoso.


De acordo com o MPMG, grande parte desses "laranjas" têm vínculos empregatícios com outras empresas das quais são "proprietários" ou "sócios". Além disso, segundo a promotoria, as remunerações são completamente incompatíveis com o capital social da constituição das empresas em que figuram como supostos sócios proprietários.
 

As apurações prosseguem em andamento perante o Ministério Público.

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