Tragédia na “BR da Morte”: caminhoneiro morre após violenta colisão na BR-251, em Salinas

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Acidente no trecho da Ponte Nova deixou carreta pendurada sobre ribanceira e carro capotado; motorista ficou preso às ferragens e morreu no local A BR-251, em Salinas, voltou a ser cenário de uma tragédia nesta segunda-feira (31). Em mais um grave acidente na rodovia que ficou conhecida na região como “BR da Morte”, um caminhoneiro perdeu a vida após uma colisão envolvendo uma carreta e um carro de passeio. O acidente aconteceu no km 351, em um trecho conhecido como Ponte Nova, e deixou uma cena impressionante. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, com a violência do impacto, o automóvel capotou, enquanto a carreta tombou sobre a barreira de proteção da ponte e ficou perigosamente pendendo em direção à ribanceira. Dentro da cabine estava o caminhoneiro. Preso entre as ferragens, ele foi avaliado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas já não havia possibilidade de salvamento. O médico constatou a morte ainda no local. Salinas novamente marcada por tr...

PREFEITOS ACIONARÃO A JUSTIÇA POR CONTA DE RETENÇÃO DO ESTADO


Os prefeitos do Norte de Minas deliberaram segunda-feira (15) de manhã entrar com ação judicial contra o Estado de Minas, por causa da retenção dos recursos de repasses obrigatórios e por medo de que a mudança de Governo provoque danos aos cofres municipais. A decisão foi tomada durante reunião dos membros da Diretoria e do Conselho da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene - AMAMS, pois essa foi a única forma que os prefeitos encontraram para tentar justificar na Justiça restos a pagar deixados. Ficou definido que a Assessoria Jurídica da AMAMS irá elaborar a minuta da ação a ser proposta, cabendo a cada município ajuizar a sua ação. Outra decisão foi sensibilizar a Justiça para o quadro que os municípios enfrentarão caso o Estado continue retendo os recursos. A AMAMS realiz ou a reunião para analisar o cenário administrativo e judicial.

A prefeita de Bocaiuva, Marisa Souza, vice-presidente da AMAMS explicou que a AMAMS acionou o Tribunal de Contas de Minas Gerais, alertando que no dia 31 de dezembro se encerra o ano fiscal e os municípios ficarão sem receber muitos recursos, os inserindo em restos a pagar. O TCE, através do conselheiro José Viana, relator da representação feita pelos prefeitos, orientou os municípios sobre as medidas que devem ser adotadas. A AMAMS mostrou que a ação judicial é uma forma de permitir que os prefeitos façam sua defesa quando o assunto migrar para a Justiça, assim como na parte administrativa, quando ocorrer a prestação de contas.

Na reunião os prefeitos se queixaram ainda de que o Estado aprovou na Assembléia Legislativa a secutirização, mas passados dois meses, nenhum município ainda recebeu os recursos dessa fonte de receita. Eles avaliaram ainda a situação do transporte escolar dos alunos da rede estadual, quando afirmaram que estão dispostos a não renovarem o contrato, pois são vários meses de atraso. O prefeito Hamilton Gonçalves, de Grão Mogol, pediu que os municípios retornassem para a Cemig as ações da Iluminação Pública, pois causa menos desgaste aos prefeitos.

ELEIÇÃO – Na segunda parte da reunião os prefeitos deliberaram que a AMAMS não se envolverá com nenhuma candidatura a governador ou à Presidência da República, pois a entidade reúne vários segmentos partidários, mas estará aberta a receber todos candidatos.

Ascom | AMAMS

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