Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

AMAMS realiza Encontro Regional em Bocaiuva


Foi realizada nesta última segunda (25/06) em Bocaiuva, o primeiro de uma série de Encontros Regionais promovidos pela Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene – AMAMS, que contou com a participação de prefeitos, vereadores e população da microrregião do Portal do Norte. O encontro regional tem o intuito de aproximar a entidade de outros municípios e levar à população a realidade vivenciada pelos gestores nesse momento de crise, além da criação de uma pauta conjunta de reivindicações que será apresenta aos governos Estadual e Federal.

Durante o encontro, o presidente da AMAMS e prefeito de Januária, Marcelo Felix, salientou que 90% dos municípios não tem receita própria e depende dos repasses que vem do Estado e União. A situação se agrava quando essas rubricas são retidas e obriga os prefeitos a usarem os recursos próprios para manter os serviços essenciais que deveriam ser pagos pelo Estado, isso acaba prejudicando outros setores, como saúde, educação e transporte escolar, gerando um caos administrativo.

Ainda em seu discurso, o presidente afirma que o documento produzido da reunião com os prefeitos servirá para elaborar um diagnostico, que a AMAMS entregará a cada candidato a Governador e Presidente da República, pois não se justifica a discriminação contra o Norte de Minas, que é preterido em obras e benefícios em relação ao Sul de Minas. O primeiro ponto a ser cobrado dos eleitos em 2018 é o pagamento dos débitos com as Prefeituras e ainda fortalecer os hospitais microrregionais, para com isso, desafogar a situação hospitalar em Montes Claros.

A prefeita Marisa Souza, de Bocaiuva, que é a primeira vice-presidente da AMAMS, salientou a importância de aproximar a AMAMS dos prefeitos e isso passa pela união, visando enfrentar as dificuldades. Ela lembrou que existe o risco de colapso nos hospitais, como exemplo dos recursos retidos. Marisa destacou ainda que o total de valores em atraso em seu município, ultrapassa R$ 10 milhões, desse total, R$ 8,4 milhões são da área da saúde.

O vereador Daniel Dias, como representante da Associação dos Vereadores da Área da Sudene, defendeu a união da classe política para enfrentar as dificuldades. Ele propôs o bom senso em muitos momentos. O deputado Carlos Pimenta criticou a situação que o Estado deixa as Prefeituras e afirma que um exemplo disso é o cabide de emprego, pois são mais de 100 mil cargos de confiança que foram nomeados. O deputado Gil Pereira reforçou a situação, salientando que o modelo implantado pelo governador Fernando Pimentel não deu certo.

O diretor técnico da AMAMS, Raphael Castro mostrou os dados técnicos, feitos pela AMM, onde Augusto de Lima tem R$ 1,3 milhões retidos; Bocaiuva com R$10,942 milhões; Buenópolis com R$ 2,318 milhões; Coração de Jesus com R$ 6,485 milhões; Felixlandia com R$ 3,046 milhões; Olhos D’água com R$ 1,819 milhão e Glaucilândia com R$ 872 mil., O prefeito Wendel Pereira, de Juramento, reforçou a situação grave e que está quebrando os municípios. 

Francisco Silva, vice-prefeito de Francisco Dumont afirma que seu município tem R$ 2 milhões a receber.

O prefeito de Morro da Garça, José Maria de Castro, que está no seu quinto mandato, diz que nunca viu uma situação tão grave e por isso pregou a união dos prefeitos para enfrentarem a crise. O vice-prefeito de Glaucilândia, Herivelton Alves afirma que a retenção dos recursos é apropriação indébita e configura crime. O secretário-executivo da AMAMS, Ronaldo Mota Dias afirma que as Prefeituras correm riscos de fechar as suas portas, por impossibilidade de pagar os seus fornecedores e servidores e esse tipo de reunião é importante, para a população ter conhecimento da realidade.

Ascom | AMAMS

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