Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

Imagem
O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Após greve dos caminhoneiros, Jaíba acumula R$ 30 milhões em prejuízos na produção de frutos


A produção de frutos na região de Jaíba, no Norte de Minas, sofre com a greve dos caminhoneiros. De acordo com informações da prefeitura, o prejuízo no município já soma mais de R$ 30 milhões devido à impossibilidade de transportar a produção aos centros de comercialização.

Jaíba possui oito mil hectares de plantação de banana e é responsável pela produção de 58% da produção de banana no Norte de Minas, segundo dados da Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte).

"A produção no ano passado superou R$ 1 bilhão no setor do agronegócio. Agora, com 10 dias de greve todo este prejuízo. E não estamos somando a produção que conseguiu sair, este prejuízo é apenas da colheita que não conseguimos fazer e os frutos estão perdendo nas roças", explica o gerente de comunicação do município, Antônio Carlos de Oliveira.

O gerente explica que o município suspendeu as aulas e alguns serviços de transporte de pacientes por falta de combustível. "Aquilo que pode ser feito para amenizar os impactos foi feito, mas, infelizmente, o que foi plantado e amadureceu no pé ou foi colhido e não transportado foi tudo perdido. O pequeno produtor não recupera esta perda".

Com uma área de 30 hectares de cultivo de banana, o produtor Ládio Lima afirma que não consegue calcular o prejuízo, já que ainda não tem previsão de fim da greve dos caminhoneiros. "O prejuízo é muito grande. Incalculável. Hoje tenho cerca de duas mil caixas de banana que vão virar adubo. Não teve como sair da área plantada nem para que fizéssemos alguma doação para creche ou pessoas carentes da região. Estamos sem combustível".

De acordo com o produtor, além da perda da produção, ele terá de buscar alternativa para pagar os cinco funcionários que trabalham no cultivo do fruto. "Estamos no final de mês e como vou pagar o funcionário se não tenho renda? Terei de procurar um empréstimo em banco".

Comentários