Varzelândia avança na saúde e prefeito Amâncio Oliva anuncia fase preparatória para construção do novo hospital

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A cidade de Varzelândia vive um momento histórico que simboliza esperança, progresso e compromisso com o bem-estar da população. A Prefeitura Municipal, por meio da administração “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, realizará neste dia 07 de março de 2026, às 15h, a Solenidade do Ato de Anúncio da Fase Preparatória do Novo Hospital de Varzelândia, um passo decisivo para fortalecer a estrutura da saúde pública no município. O evento acontecerá na Avenida Nossa Senhora da Guia, no Bairro Alto Flores, ao lado do CAPS Edvar Pereira da Silva, local escolhido para marcar simbolicamente o início de um projeto que representa um dos maiores investimentos estruturais na área da saúde já planejados para o município. Mais do que uma solenidade, o momento representa o início de uma nova etapa para a saúde de Varzelândia, com planejamento, responsabilidade administrativa e visão de futuro. A fase preparatória do novo hospital demonstra o empenho da atual gestão em construir s...

Prefeito de Juramento é cassado por abuso de poder econômico durante campanha eleitoral

(G1) A Justiça Eleitoral determinou a cassação do prefeito de Juramento (MG) Wendel Pereira de Souza (PP), e da vice Marlene de Lourdes Silveira Moreira (PP). A decisão, publicada nessa terça-feira (11), alega a prática de abuso de poder político, econômico, e de condutas vedadas aos agentes públicos, em período eleitoral.

Segundo o documento, durante a candidatura, entre as condutas ilegais de Wendel Pereira estão doações ilegais de lotes para eleitores, pagamentos e doações a particulares e funcionários públicos em troca de apoio político, doações para associações comunitárias, contratação de artistas para shows musicais no município, contratação de servidores sem concurso público, lançamento de candidaturas fictícias de mulheres e uso de procuradores do município na campanha eleitoral.

Ainda segundo a decisão, Wendel Pereira de Souza e Marlene de Lourdes Silveira Moreira estão inelegíveis por oito anos; a decisão cabe recurso.

O G1 procurou a defesa dos acusados, mas até esta publicação ninguém foi localizado para comentar a decisão. Em nota, o TRE confirmou a cassação em primeira instância.

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