Francisco Sá vira alvo de megaoperação: Polícia Civil encontra 1,8 tonelada de maconha e desmonta estrutura milionária do tráfico

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Uma operação de grande impacto realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais transformou Francisco Sá, no Norte de Minas, no centro de uma das maiores apreensões de drogas registradas recentemente na região. Cerca de 1,8 tonelada de maconha foi encontrada durante a Operação Erva Daninha, desencadeada na tarde de quinta-feira (5), em uma área rural do município. O que parecia ser apenas mais uma propriedade no interior escondia uma gigantesca estrutura voltada para o cultivo, processamento e distribuição da droga. A descoberta revelou um esquema que operava longe dos olhos da população, mas que agora está no radar das autoridades. Durante a ação, três suspeitos foram presos em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. No local, os policiais encontraram uma enorme quantidade de maconha. Parte do entorpecente já estava pronta para abastecer o mercado ilegal, enquanto outra seguia em processo de secagem e preparação para comercialização. As imagens da operação...

AMAMS participa de reunião do Conselho Deliberativo da Sudene e tem propostas atendidas


A Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene – AMAMS, conseguiu a inclusão do item de vulnerabilidade social nos critérios para definir o semiárido. O presidente da entidade, José Reis, prefeito de Bonito de Minas, participou da reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, realizada em Recife na manhã dessa quinta-feira, dia 27 de julho. O governador Fernando Pimentel, de Minas Gerais, também participou da reunião, quando pediu ao Ministério da Integração Nacional e a Sudene mudanças e maior prazo na resolução que pretende promover alterações no semiárido. A AMAMS tem cadeira no Conselho Deliberativo - CONDEL, indicada pela Associação dos Municípios Brasileiros.

O governador Fernando Pimentel falou em nome de Minas Gerais, quando pediu a revisão de parte da resolução que define os critérios do semiárido e ainda maior prazo para serem realizados os estudos e propostas mudanças. Pimentel mostrou ao ministro Helder Barbalho e ao superintendente da Sudene, Marcelo Neves, que não pretendia discutir os estudos técnicos, mas apenas buscar uma solução que permita aperfeiçoar. O ministro lembrou que as mudanças que vierem a ser realizadas serão em 2021, mas isso passará pelo CONDEL e ainda pelos Estados e que o Governo Federal não sinalizou qualquer interesse de retirar municípios, mas apenas a ONU e Unesco que pedem a cada 10 anos, novos estudos.

O presidente da AMAMS, José Reis Nogueira Barros reforçou o pedido do governador mineiro e lembrou que os critérios usados para mudar o semiárido são de aridez, chuvas acima dos 800 milímetros por ano e unidades geossistémicas, que acabam provocando um conflito e divergência, pois tem locais com baixas chuvas e que estão no semiúmido. Por isso, propôs a criação de uma equipe de trabalho com a participação do Estado, para que seja feito um levantamento da situação de vulnerabilidade social. Ele lembra que se usado isso, os 50 municípios mineiros e os quatro do Piaui poderão ser atendidos e continuar no semiárido. O superintendente da Sudene, Marcelo Neves, referendou a proposta.

Ainda na reunião, a AMAMS propôs que a Sudene realizasse a sua reunião do Conselho Deliberativo em Minas Gerais, pois faz 30 anos que isso não ocorre. O ministro Helder Barbalho apoiou a iniciativa e propôs que fosse realizado o sorteio entre os Estados que estão na jurisdição da Sudene, quando a Paraíba foi escolhida. “Temos que comemorar, pois com a nossa provocação, sabemos que Minas Gerais sediará uma das reuniões da Sudene. Só para termos visão da iniciativa, a última em Montes Claros ocorreu em 1988, quando o então governador de Alagoas, Fernando Collor, se lançou candidato a Presidente da República” – explica José Reis.

Também na reunião do CONDEL, o presidente José Reis agradeceu ao ministro Helder Barbalho o apoio para que o Governo publicasse a Resolução 4.591, que permitiu a renegociação das dívidas rurais contraídas até 31 de dezembro de 2016, mas alertou que é necessário o Governo Federal publicar uma Medida Provisória para determinar que a renegociação seja obrigatória, coisa que a resolução não disciplina. Com isso, tem instituições que não tem feito a renegociação.



Ascom | AMAMS

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