Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Famílias mantêm ocupação de fazenda em Rio Pardo de Minas

(Por Girleno Alencar) Aproximadamente 30 famílias ocuparam, no sábado passado, a Fazenda Santa Bárbara, em Rio Pardo de Minas, que é disputada pelos movimentos sociais e a empresa Replasa. Os organizadores denunciam que a fazenda vem sendo degradada pela empresa monocultora Replasa, que se diz proprietária. No entanto, a propriedade pertence ao Estado. “A grilagem de terras no Norte de Minas acontece desde a década de 30 e vem se concretizando através de centenas de fraudes e da expulsão das famílias camponesas, que dependem e produzem na terra. A cobiça nas terras do Estado nesta região cresce cada vez mais com a intensa investida de grandes projetos como a monocultura de eucalipto e mineração” – denuncia a Comissão Pastoral da Terra.

O MST e a CPT informam que o Alto Rio Pardo, onde está a Fazenda Santa Bárbara, foi alvo de investigação na “Operação Grilo”, no ano de 2011. “A história da região é recheada desse tipo de crime e, infelizmente, não houve desfecho que favorecesse ao povo da região, que ainda é vitima dessas armações. As famílias que ocupam a fazenda Santa Bárbara reivindicam que a história tenha um desfecho diferente que, neste caso, o capital não sobressaia às necessidades do povo e que a justiça, após décadas de usurpação e exploração, seja feita. Que o Estado cumpra seu papel e recupere as terras que estão nas mãos das grandes empresas e as entregue a quem de fato constrói esse país”.

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