Terror em Itacarambi: duplo homicídio em bar deixa dois mortos e choca a cidade

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Uma noite de violência terminou com dois homens mortos a tiros e uma cena de horror no centro de Itacarambi, no Norte de Minas. O duplo homicídio aconteceu na noite desta sexta-feira (11), em um estabelecimento conhecido como “Bar do Rei”, e abalou moradores da cidade. Segundo informações apuradas junto à Polícia Militar, populares acionaram a corporação e, quando os militares chegaram ao local, encontraram marcas de disparos, sangue e um projétil próximo à entrada do estabelecimento. De acordo com as informações levantadas na ocorrência, um homem teria chegado ao bar e efetuado disparos contra David Guilherme da Silva Prates. Ele chegou a ser socorrido por populares e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A violência, porém, não teria terminado ali. Logo depois, o suspeito teria atirado contra José Wellington da Silva Pereira, que ainda tentou escapar correndo em direção a um terreno próximo, mas também morreu. A Perícia Técnica realizou os trabalhos no local e, posteri...

Secretário de esportes de Bocaiuva é preso por vender patrimônio público

Secretário Noel, apontado como o responsável
pela venda dos materiais
(G1) O secretário de esportes da cidade de Bocaiuva, Noel Pereira Alves, foi preso na tarde desta quinta-feira (5) durante uma operação da Polícia Civil. Ele é suspeito de vender sobras de materiais de uma reforma feita na Câmara de Vereadores em 2014.
A Polícia Civil tentou cumprir também um mandado de prisão contra o vereador Pedro Neves dos Santos, mas ele não foi localizado. De acordo com o delegado Leonardo Diniz, responsável pelas investigações, cerca de cinco mil telhas e caibros estavam guardados no Estádio Municipal, e desapareceu.
“O material estava guardado no Estádio a pedido do vereador. As investigações mostram que o secretário apresentava o material e revendia”.
Leonardo Diniz afirma também que os dois chegaram a pressionar uma testemunha que comprou 1.700 telhas para que ela efetuasse o pagamento do material adquirido.
“Esta testemunha ficou devendo para eles cerca de R$ 300, inclusive tem uma gravação do vereador fazendo questionamentos sobre a negociação. Ao descobrirem a investigação, o vereador e o secretário procuraram os compradores para que assinassem um Termo de Doação”, diz.
O mandado de prisão expedido, segundo a PC, é por prazo indeterminado e só prescreve em 12 anos. O G1 tentou falar com o advogado do secretário, mas as ligações não foram atendidas.
A prefeitura informou que ainda não foi notificada pelos órgãos competentes a respeito da prisão do secretário e por isso não poderia se "manifestar sobre o assunto".

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