Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

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O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Presença de Tadeuzinho no governo gera polêmica

(O Tempo) Condenado em segunda instância pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) por improbidade administrativa em dezembro de 2015 e com os direitos políticos cassados por cinco anos, Tadeu Martins Leite, deputado estadual pelo PMDB, segue exercendo um cargo no primeiro escalão do governo de Minas. Tadeuzinho, como é conhecido, foi empossado como secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Política Urbana e Gestão Metropolitana no início do ano passado. Ele e o pai, Luiz Tadeu Leite, ex-prefeito de Montes Claros, no Norte de Minas, foram denunciados pelo Ministério Público em 2010 por repasses ilegais de recursos do município.
Sob a égide do Decreto 45.604, da ‘ficha limpa’, criado em 2011 para restringir a contratação de cargos de confiança no Pode Executivo, a continuidade de Tadeu Leite no posto é questionada por interlocutores do próprio governo. Apesar de a defesa ter recorrido, apresentando embargos de declaração, o recurso não foi apreciado.
No entanto, fontes ouvidas pela reportagem garantem que o decreto é claro no sentido de que é suficiente a condenação em órgão colegiado para que o indivíduo sofra as penalidades da lei. “Como o secretário foi condenado em segundo grau, por órgão colegiado, ele incide nas sanções da lei”, garante o interlocutor.
De acordo com o decreto, “não serão nomeados a título comissionado para o exercício de funções, cargos e empregos na administração pública direta e indireta os que forem condenados, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, pelos crimes contra a economia popular, a fé pública, a administração pública e o patrimônio público”, entre outros.
Procurado por O TEMPO, o secretário Tadeu Martins Leite enviou nota por meio de sua assessoria informando que o processo contra ele não se enquadra como “ficha suja”, sem esclarecer, no entanto, os motivos. Ainda segundo o texto, o processo não se encontra em última instância.

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