Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

"Ela não valia R$ 50" diz homem que atirou em prostituta para não pagar programa

Ribeiro foi a Bocaiúva para trabalhar como ajudante de pedreiro
(R7) Uma homem de 24 anos atirou em uma prostituta para não pagar pelo programa em Bocaiúva. Por sorte, Eroína Leite de souza, de 46 anos, não foi atingida pelos disparos.  
A garota de programa, que tem 15 anos de profissão, atendeu Paulo Henrique Ribeiro, de 24 anos, por R$ 70. Na hora de cobrar, acabou sendo vítima de uma tentativa de homicídio. — Depois que eu tomei banho e me vesti ele falou que queria dormir comigo. Eu disse que seria R$ 300 mas quando olhei para ele vi que estava segurando um revólver. Na hora ele anunciou que era um assalto. 
Eroína saiu correndo e entrou em uma lanchonete. O jovem disparou várias vezes contra ela mas os tiros não a atingiram.  
Ribeiro é de Belo Horizonte e está em Bocaiúva para trabalhar. Após ser preso com um revólver calibre 32, ele afirmou que a garota de programa não valia o pagamento.  
— Foi bom mas ela não valia isso tudo, no máximo R$ 50. Eu ia pagar os R$ R$ 70 só que ela abusou demais e não paguei foi nada. Não tinha intenção de assaltá-la. Meu negocio é trabalhar. Sou ajudante de pedreiro. Sei que nada justifica o que eu fiz.

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