Varzelândia fortalece tradições e apoia sequência de festejos nas comunidades rurais

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Gestão do prefeito Amâncio Oliva mantém incentivo às manifestações religiosas e culturais, com programação que reúne fé, música e confraternização em diferentes localidades do município As tradições que atravessam gerações continuam ganhando espaço e valorização em Varzelândia. Com apoio da Prefeitura Municipal, por meio do Departamento de Cultura e Turismo, uma nova sequência de festejos promete movimentar as comunidades entre os meses de setembro e outubro, reunindo moradores e visitantes em celebrações marcadas pela fé, cultura, música e confraternização. A Administração “Do Povo Para o Povo”, conduzida pelo prefeito Amâncio Oliva, vem fortalecendo iniciativas que preservam a identidade cultural do município e valorizam as comunidades, reconhecendo a importância dos festejos tradicionais como espaços de convivência, devoção e preservação da história local. A programação começa no dia 27 de setembro, na comunidade de Prata, com o Festejo de São Miguel Arcanjo e apresentação do Swing ...

MPF denuncia fazendeiros por manter oito trabalhadores em situação de escravidão em São Romão

O Ministério Público Federal denunciou um engenheiro e um motorista pelo crime de reduzir oito trabalhadores a condições análogas à escravidão em São Romão, no norte de Minas. Giovani de Deus Borges, engenheiro, é o dono da Fazenda Estiva. Fabrício Cardoso Lima, motorista, arrendou a propriedade e era responsável direto pela contratação dos funcionários e recebia 10% da receita da venda de carvão produzida no local.
Em 2011, auditores do Ministério do Trabalho encontraram quatro cortadores de lenha, dois carbonizadores e dois homens que ensacavam carvão em condições precárias. Os alojamentos não tinham banheiro, não havia energia elétrica e o piso era de terra. A estrutura era coberta com palha ou lona sob árvores.
Com isso, os empregados eram obrigados a fazer necessidades no mato. Só se podia tomar banho ao ar livre, com água reaproveitada da produção de carvão. Os oito ainda não tinham um lugar adequado para cozinhar refeições.
O MPF também apontou que, mesmo trabalhando com fogo e ferramentas cortantes, os empregados não recebiam equipamentos de segurança nem material de primeiros socorros. Consta no inquérito que Fabrício Cardoso, durante depoimento, chegou a afirmar que "não sabia que era inadequado" fornecer aquele tipo de alojamento, sem banheiro, água potável e local para armazenar alimento.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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