Vereador Lucas Fernandes intensifica agenda na zona rural de Janaúba e acompanha de perto demandas das comunidades

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A semana começou em ritmo acelerado para o vereador Lucas Fernandes, que tem intensificado sua presença nas comunidades da zona rural de Janaúba acompanhando de perto as demandas apresentadas pelos moradores. Em mais uma agenda de campo, o parlamentar percorreu diversas localidades do interior do município, reforçando um modelo de atuação política baseado no contato direto com a população e na busca por soluções práticas para os problemas cotidianos. Entre as comunidades visitadas estão Jatobá, Poção Velho, Poção de Santa Cruz e Jataí, regiões que, nas últimas semanas, enfrentaram desafios causados pelo grande volume de chuvas que atingiu o município e provocou danos em estradas e áreas de uso coletivo. Atendimento rápido às demandas da comunidade Na comunidade de Jataí, Lucas Fernandes acompanhou de perto uma importante ação de limpeza em um espaço localizado em frente à Igreja de São José, local que receberá, a partir do próximo dia 16, a tradicional festa em homenagem ao padroeiro d...

MPF denuncia fazendeiros por manter oito trabalhadores em situação de escravidão em São Romão

O Ministério Público Federal denunciou um engenheiro e um motorista pelo crime de reduzir oito trabalhadores a condições análogas à escravidão em São Romão, no norte de Minas. Giovani de Deus Borges, engenheiro, é o dono da Fazenda Estiva. Fabrício Cardoso Lima, motorista, arrendou a propriedade e era responsável direto pela contratação dos funcionários e recebia 10% da receita da venda de carvão produzida no local.
Em 2011, auditores do Ministério do Trabalho encontraram quatro cortadores de lenha, dois carbonizadores e dois homens que ensacavam carvão em condições precárias. Os alojamentos não tinham banheiro, não havia energia elétrica e o piso era de terra. A estrutura era coberta com palha ou lona sob árvores.
Com isso, os empregados eram obrigados a fazer necessidades no mato. Só se podia tomar banho ao ar livre, com água reaproveitada da produção de carvão. Os oito ainda não tinham um lugar adequado para cozinhar refeições.
O MPF também apontou que, mesmo trabalhando com fogo e ferramentas cortantes, os empregados não recebiam equipamentos de segurança nem material de primeiros socorros. Consta no inquérito que Fabrício Cardoso, durante depoimento, chegou a afirmar que "não sabia que era inadequado" fornecer aquele tipo de alojamento, sem banheiro, água potável e local para armazenar alimento.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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