Crime na calada da madrugada em Janaúba: loja de equipamentos de som é invadida por criminosos e tem aparelhos furtados; proprietária pede ajuda para localizar suspeito

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O crime aconteceu por volta das 3 horas da madrugada, na Avenida Edilson Brandão Guimarães, em Janaúba, no Norte de Minas Gerais. Entre os equipamentos furtados estão uma mesa de som UI24 e uma central de microfones da marca Fênix. A Polícia Militar foi acionada, e imagens relacionadas à ocorrência podem ajudar a esclarecer o caso. A madrugada da última quarta-feira, 21 de outubro, foi marcada por uma ação criminosa que provocou prejuízo e preocupação em Janaúba, no Norte de Minas Gerais. Enquanto grande parte da população dormia, uma loja especializada em equipamentos de som e acessórios tornou-se alvo de um furto, registrado por volta das 3 horas da manhã. O estabelecimento comercial fica localizado na Avenida Edilson Brandão Guimarães, uma das vias da cidade. A ocorrência chamou a atenção pelo horário e pelos equipamentos levados, utilizados em atividades profissionais ligadas ao setor de áudio e sonorização. Criminosos agem durante a madrugada e levam equipamentos de som De acordo ...

MPF denuncia fazendeiros por manter oito trabalhadores em situação de escravidão em São Romão

O Ministério Público Federal denunciou um engenheiro e um motorista pelo crime de reduzir oito trabalhadores a condições análogas à escravidão em São Romão, no norte de Minas. Giovani de Deus Borges, engenheiro, é o dono da Fazenda Estiva. Fabrício Cardoso Lima, motorista, arrendou a propriedade e era responsável direto pela contratação dos funcionários e recebia 10% da receita da venda de carvão produzida no local.
Em 2011, auditores do Ministério do Trabalho encontraram quatro cortadores de lenha, dois carbonizadores e dois homens que ensacavam carvão em condições precárias. Os alojamentos não tinham banheiro, não havia energia elétrica e o piso era de terra. A estrutura era coberta com palha ou lona sob árvores.
Com isso, os empregados eram obrigados a fazer necessidades no mato. Só se podia tomar banho ao ar livre, com água reaproveitada da produção de carvão. Os oito ainda não tinham um lugar adequado para cozinhar refeições.
O MPF também apontou que, mesmo trabalhando com fogo e ferramentas cortantes, os empregados não recebiam equipamentos de segurança nem material de primeiros socorros. Consta no inquérito que Fabrício Cardoso, durante depoimento, chegou a afirmar que "não sabia que era inadequado" fornecer aquele tipo de alojamento, sem banheiro, água potável e local para armazenar alimento.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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