Solidariedade que transforma: vereador Lucas Fernandes se destaca com ações humanitárias em Janaúba

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Em meio às demandas diárias do legislativo, o vereador Lucas Fernandes tem se destacado em Janaúba por um trabalho que vai além da atuação política tradicional. Com iniciativas pautadas na empatia e no compromisso social, o parlamentar vem consolidando sua imagem como um verdadeiro representante das necessidades da população. Um exemplo recente dessa atuação aconteceu no bairro Rio Novo, onde, há cerca de três meses, o gabinete do vereador foi procurado por uma família que precisava, com urgência, de uma cadeira de banho para um ente querido. Sensível à situação, Lucas Fernandes prontamente atendeu ao pedido, disponibilizando o equipamento necessário. Nesta semana, a história ganhou um novo capítulo — e ainda mais simbólico. Após a devolução da cadeira pela primeira família, que fez questão de agradecer pelo suporte recebido, o equipamento foi imediatamente direcionado a outra residência no mesmo bairro. Desta vez, para auxiliar um senhor em recuperação após uma fratura no fêmur, evide...

MPF denuncia fazendeiros por manter oito trabalhadores em situação de escravidão em São Romão

O Ministério Público Federal denunciou um engenheiro e um motorista pelo crime de reduzir oito trabalhadores a condições análogas à escravidão em São Romão, no norte de Minas. Giovani de Deus Borges, engenheiro, é o dono da Fazenda Estiva. Fabrício Cardoso Lima, motorista, arrendou a propriedade e era responsável direto pela contratação dos funcionários e recebia 10% da receita da venda de carvão produzida no local.
Em 2011, auditores do Ministério do Trabalho encontraram quatro cortadores de lenha, dois carbonizadores e dois homens que ensacavam carvão em condições precárias. Os alojamentos não tinham banheiro, não havia energia elétrica e o piso era de terra. A estrutura era coberta com palha ou lona sob árvores.
Com isso, os empregados eram obrigados a fazer necessidades no mato. Só se podia tomar banho ao ar livre, com água reaproveitada da produção de carvão. Os oito ainda não tinham um lugar adequado para cozinhar refeições.
O MPF também apontou que, mesmo trabalhando com fogo e ferramentas cortantes, os empregados não recebiam equipamentos de segurança nem material de primeiros socorros. Consta no inquérito que Fabrício Cardoso, durante depoimento, chegou a afirmar que "não sabia que era inadequado" fornecer aquele tipo de alojamento, sem banheiro, água potável e local para armazenar alimento.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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