Porteirinha em alerta: prefeito Silvanei Batista mobiliza Defesa Civil e reforça cuidados durante período chuvoso

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As chuvas voltaram a cair com mais intensidade na região e, junto com a bênção da água que fortalece o campo e renova as esperanças, surge também a necessidade de atenção redobrada. Em Porteirinha, a resposta é imediata: presença, orientação e prevenção. À frente da Prefeitura de Porteirinha, o prefeito Silvanei Batista — em seu terceiro mandato — mais uma vez demonstra liderança e responsabilidade por meio da administração Tempo de Reconstrução e Desenvolvimento, mobilizando a Defesa Civil e reforçando o compromisso com a segurança da população. Prevenção é prioridade Em comunicado à comunidade, o prefeito destacou que, embora as chuvas sejam motivo de gratidão, é fundamental que todos adotem medidas preventivas, especialmente diante da previsão de volume considerável para os próximos dias. Ao lado de Maurílio, representante da Defesa Civil, a orientação foi clara: evitar travessias em pontes molhadas quando o nível da água estiver elevado. A recomendação é simples, mas pode salvar vi...

MPF denuncia fazendeiros por manter oito trabalhadores em situação de escravidão em São Romão

O Ministério Público Federal denunciou um engenheiro e um motorista pelo crime de reduzir oito trabalhadores a condições análogas à escravidão em São Romão, no norte de Minas. Giovani de Deus Borges, engenheiro, é o dono da Fazenda Estiva. Fabrício Cardoso Lima, motorista, arrendou a propriedade e era responsável direto pela contratação dos funcionários e recebia 10% da receita da venda de carvão produzida no local.
Em 2011, auditores do Ministério do Trabalho encontraram quatro cortadores de lenha, dois carbonizadores e dois homens que ensacavam carvão em condições precárias. Os alojamentos não tinham banheiro, não havia energia elétrica e o piso era de terra. A estrutura era coberta com palha ou lona sob árvores.
Com isso, os empregados eram obrigados a fazer necessidades no mato. Só se podia tomar banho ao ar livre, com água reaproveitada da produção de carvão. Os oito ainda não tinham um lugar adequado para cozinhar refeições.
O MPF também apontou que, mesmo trabalhando com fogo e ferramentas cortantes, os empregados não recebiam equipamentos de segurança nem material de primeiros socorros. Consta no inquérito que Fabrício Cardoso, durante depoimento, chegou a afirmar que "não sabia que era inadequado" fornecer aquele tipo de alojamento, sem banheiro, água potável e local para armazenar alimento.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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