Amâncio Oliva consolida força política e apresenta time de aliados para representar Varzelândia

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Prefeito reúne nomes para Senado, Câmara dos Deputados, Assembleia e Presidência e reforça estratégia de construir pontes políticas em busca de recursos, projetos e investimentos para o município O prefeito de Varzelândia, Amâncio Oliva, volta a demonstrar uma das características que têm marcado sua trajetória: a capacidade de articulação política e de construção de alianças em diferentes esferas de poder. À frente da administração “Do Povo para o Povo”, Amâncio apresentou o grupo de lideranças que recebe seu apoio na disputa eleitoral, defendendo que Varzelândia precisa manter representantes e parceiros capazes de abrir portas para o município em Belo Horizonte e Brasília. O time político anunciado pelo prefeito reúne Marcelo Aro (111) e Marília Campos (131) para o Senado; Paulo Guedes (1378) para deputado federal; Ricardo Campos (13789) para deputado estadual; e Luiz Inácio Lula da Silva (13) para a Presidência da República. Mais do que simplesmente anunciar nomes, Amâncio busca demo...

MPF denuncia fazendeiros por manter oito trabalhadores em situação de escravidão em São Romão

O Ministério Público Federal denunciou um engenheiro e um motorista pelo crime de reduzir oito trabalhadores a condições análogas à escravidão em São Romão, no norte de Minas. Giovani de Deus Borges, engenheiro, é o dono da Fazenda Estiva. Fabrício Cardoso Lima, motorista, arrendou a propriedade e era responsável direto pela contratação dos funcionários e recebia 10% da receita da venda de carvão produzida no local.
Em 2011, auditores do Ministério do Trabalho encontraram quatro cortadores de lenha, dois carbonizadores e dois homens que ensacavam carvão em condições precárias. Os alojamentos não tinham banheiro, não havia energia elétrica e o piso era de terra. A estrutura era coberta com palha ou lona sob árvores.
Com isso, os empregados eram obrigados a fazer necessidades no mato. Só se podia tomar banho ao ar livre, com água reaproveitada da produção de carvão. Os oito ainda não tinham um lugar adequado para cozinhar refeições.
O MPF também apontou que, mesmo trabalhando com fogo e ferramentas cortantes, os empregados não recebiam equipamentos de segurança nem material de primeiros socorros. Consta no inquérito que Fabrício Cardoso, durante depoimento, chegou a afirmar que "não sabia que era inadequado" fornecer aquele tipo de alojamento, sem banheiro, água potável e local para armazenar alimento.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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