Varzelândia vive clima de decisão com finais do Campeonato Municipal promovido pela gestão Amâncio Oliva

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A cidade de Varzelândia já respira emoção e expectativa para as grandes finais do 1º Campeonato Municipal de Varzelândia 2026, evento esportivo que vem movimentando atletas, torcedores e famílias de todo o município. A competição é mais uma importante iniciativa da gestão do prefeito Amâncio Oliva, à frente da Prefeitura de Varzelândia, por meio da administração “Do Povo Para o Povo”. Com apoio do Departamento Municipal de Esportes, o campeonato se consolidou como um dos maiores eventos esportivos da cidade, incentivando a prática esportiva, fortalecendo a integração entre comunidades e valorizando os talentos locais. As finais acontecem neste domingo, 03 de maio, no tradicional Estádio Humberto Gomes, prometendo reunir um grande público em uma verdadeira festa do esporte. A gestão municipal tem investido fortemente no incentivo ao esporte como ferramenta de inclusão social, lazer e desenvolvimento da juventude. O prefeito Amâncio Oliva vem sendo reconhecido pelo compromisso em apoiar ...

MPF denuncia fazendeiros por manter oito trabalhadores em situação de escravidão em São Romão

O Ministério Público Federal denunciou um engenheiro e um motorista pelo crime de reduzir oito trabalhadores a condições análogas à escravidão em São Romão, no norte de Minas. Giovani de Deus Borges, engenheiro, é o dono da Fazenda Estiva. Fabrício Cardoso Lima, motorista, arrendou a propriedade e era responsável direto pela contratação dos funcionários e recebia 10% da receita da venda de carvão produzida no local.
Em 2011, auditores do Ministério do Trabalho encontraram quatro cortadores de lenha, dois carbonizadores e dois homens que ensacavam carvão em condições precárias. Os alojamentos não tinham banheiro, não havia energia elétrica e o piso era de terra. A estrutura era coberta com palha ou lona sob árvores.
Com isso, os empregados eram obrigados a fazer necessidades no mato. Só se podia tomar banho ao ar livre, com água reaproveitada da produção de carvão. Os oito ainda não tinham um lugar adequado para cozinhar refeições.
O MPF também apontou que, mesmo trabalhando com fogo e ferramentas cortantes, os empregados não recebiam equipamentos de segurança nem material de primeiros socorros. Consta no inquérito que Fabrício Cardoso, durante depoimento, chegou a afirmar que "não sabia que era inadequado" fornecer aquele tipo de alojamento, sem banheiro, água potável e local para armazenar alimento.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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