Tragédia em Porteirinha: fim angustiante para o mistério do desaparecimento de jovem de 25 anos

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Porteirinha foi tomada por comoção, tristeza e consternação na tarde deste domingo (25), com a confirmação de uma notícia que ninguém queria ouvir. Após dias de angústia, buscas e esperança, Bruna Marcela Nunes, de apenas 25 anos, que estava desaparecida desde o último sábado, 24 de janeiro, foi encontrada sem vida. O desfecho trágico aconteceu na barragem do Rio Mosquito, local que rapidamente se transformou em cenário de dor e silêncio. O corpo da jovem foi localizado por equipes de resgate, mobilizando o Corpo de Bombeiros, além da Perícia Técnica, que realizou os trabalhos de praxe para apurar as circunstâncias da morte. Desde o desaparecimento, o caso vinha causando grande repercussão em Porteirinha e região. Familiares, amigos e moradores se uniram em correntes de oração e compartilhamentos nas redes sociais, numa tentativa desesperada de obter informações que levassem ao paradeiro de Bruna. Cada hora sem notícias aumentava a apreensão — até que a esperança foi brutalmente interr...

Ex-prefeito é procurado da Justiça por superfaturamento de escola

Serviços foram contratados, mas não prestados
por empreiteira em acordo com ex-prefeito
(R7) A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu nesta quinta-feira (3) o inquérito que indicia o médico e ex-prefeito de Bocaiúva, Alberto Eustáquio Caldeira Melo, de 58 anos, e mais cinco homens pela participação em fraude em licitação para a construir a Escola Municipal Terezinha de Jesus Duarte, no norte de Minas. Alberto Eustáquio Caldeira está foragido.
Além do ex-prefeito, foram indiciados o ex-secretário Municipal de Fazenda e Finanças, Eduardo Drumond Menezes, de 64 anos; o engenheiro José Márcio Vieira Dias, de 61; os empresários Evandro Leite Garcia, de 53, e Maria das Graças Leite Garcia, de 50, que são donos da Construtora Norte Vale Ltda.; além de Luiz Eduardo Fonseca Motas, de 63, que agia como lobista, intermediando o contato entre a empresa vencedora e a prefeitura.
A delegada Karen Lopes, que conduziu as investigações, afirma que peritos comprovaram o superfaturamento e o não-cumprimento de serviços que estavam previstos.

Indiciamentos
O ex-prefeito, o ex-secretário e o engenheiro José Márcio foram indicados por conceder vantagem ilegal em favor da empresa responsável pela obra e ainda por desviarem verbas públicas. Já o lobista Luiz Eduardo e os empresários Evandro e Maria das Graças foram indiciados por terem concorrido para a obtenção da vantagem ilegal e por desvio de verbas públicas. O casal está preso em Montes Claros por causa do envolvimento em outras fraudes na região.
As investigações começaram durante a Operação Máscara da Sanidade, da Polícia Federal, em dezembro de 2012, que apreendeu 200 procedimentos licitatórios de prefeituras do Norte de Minas. A Polícia Civil assumiu o inquérito em julho de 2013, por se tratarem de verbas públicas municipais e estaduais.

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