Terror em Janaúba: trabalhador é surpreendido por dois criminosos armados e tem motocicleta roubada em plena luz do dia

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Câmera de segurança flagrou a ação dos assaltantes, que agiram por volta das 16h30 desta quinta-feira (15), no bairro Esplanada. Imagens registraram o momento do crime e mostram os rostos dos suspeitos. Momentos de tensão e medo marcaram a tarde desta quinta-feira, 15 de outubro, em Janaúba, no Norte de Minas. Um trabalhador foi vítima de um assalto à mão armada e teve sua motocicleta roubada por dois criminosos, em plena luz do dia, na Rua Manaus, no bairro Esplanada. O crime aconteceu por volta das 16h30 e foi registrado por uma câmera de segurança, que flagrou a ação dos assaltantes. As imagens mostram os rostos dos dois suspeitos e poderão contribuir para o trabalho de identificação dos envolvidos. A ousadia dos criminosos chama a atenção pelo horário em que o assalto foi praticado. Em plena tarde, quando moradores e trabalhadores ainda circulam pelas ruas da cidade, os dois indivíduos cometeram o roubo e levaram a motocicleta da vítima. Trabalhador perde motocicleta durante assalt...

Corridas irregulares preocupam taxistas profissionais no Norte de MG

Algumas pessoas trocam os táxis credenciados por clandestinos, que cobram mais barato (Foto: Henrique Corrêa/G1)
(G1) Taxistas profissionais de Montes Claros reclama que algumas pessoas realizam o mesmo trabalho de forma clandestina dentro da cidade. Viagens intermunicipais e corridas por ruas da cidade estariam atrapalhando as atividades e diminuindo o lucro.

Antônio José é presidente do Sindicato dos Taxistas
e espera uma solução (Foto: Henrique Corrêa/G1)
“Temos tentado junto às autoridades resolver este problema. Já procuramos a MCTrans. Há mais de 20 anos essa situação acontece”, afirma o presidente do Sindicato dos Taxistas, Antônio José Souto.
Com auxilio de um celular, o repórter do G1 chegou a um ponto onde se encontram taxistas que fazem viagens para cidades da região. Nas gravações um deles diz realizar viagens:
Repórter: Vocês sabem onde os taxistas de Janaúba ficam?
Taxista: É aqui mesmo.
Repórter: E quanto vocês cobram?
Taxista: R$ 30.

Eles querem marcar a viagem para as 15h do mesmo dia. O repórter diz que precisaria mais cedo. Eles fazem de tudo para não perder o cliente:
Taxista: Pega o número do meu telefone.
Repórter: Você tem algum cartão?
Taxista: Tenho. Você nem precisa vir aqui. Eu te pego onde você estiver.
Situação semelhante foi encontrada próximo a praça Doutor Carlos. Mais uma vez, próximo ao Centro de Montes Claros. Perto do local onde o repórter encontrou outro taxista clandestino fica um ponto onde ficam os regulamentados. O motorista dizia fazer viagens para Bocaíuva, Norte de Minas, mas ao ser questionado pelo repórter sobre corridas dentro da cidade começou a negociar:
Repórter: Dentro da cidade você roda também?
Taxista: Rodo não.
Repórter: Roda não? Ah... É que tenho que ir na rodoviária daqui a pouco, estou com minha mãe pra comprar uns negócios. Ela já comprou a passagem.
Taxista: Pra ir pra onde, BH?
Repórter: Sim.
Taxista: Vocês voltam aqui, que quem estiver aqui leva você lá, uai.
Repórter: Quanto é?
Taxista: Na hora eu penso quanto eu faço pra você.
A concorrência existe não só nestes pontos da cidade. Segundo os taxistas credenciados, que ficam da rodoviária, a situação é muito tensa. “Isso é vergonhoso. Eles atuam aqui dentro da rodoviária abordando os passageiros. Cerca de 40% dos clientes estão com eles”, afirma Ailton da Silva.
Ailton é taxista há três anos e vê o lucro dele e dos colegas diminuir com essa atividade clandestina. “Já acompanhei situações em que eles combinam viagens com clientes com preços bem menores. E nós temos que pagar impostos, temos obrigações que eles não têm”, conta.
“Eles pegam passageiros até na porta dos ônibus. Muitas vezes discutem com os outros para fazerem isso”, reclama o taxista Altamiro Ribeiro.
A MCTrans, órgão responsável pelo transporte urbano, é responsável por fiscalizar os táxis regulares. “Fazemos a fiscalização de quem tem a licença para rodar com a placa. Ele é um profissional reconhecido por lei”, explica o diretor administrativo, Gilmar Ribeiro.
De acordo com Gilmar, para coibir este tipo de trabalho é necessário a ação policial. “Quem pode agir sobre o exercício irregular da profissão é a polícia”, afirma.
Enquanto isso, alguns passageiros preferem a segurança e procuram os táxis regulares. “É seguro, ainda mais que ando com meu filho”, afirma o aposentado Givanildo Maia.

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