Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

FATURAMENTO INDUSTRIAL: NORTE DE MINAS TEM MAIOR RETRAÇÃO ENTRE CIDADES DO INTERIOR

Enquanto a indústria mineira, como um todo, apresentou alta de 4,3% no faturamento do primeiro semestre deste ano frente ao mesmo período de 2012, no interior do Estado foi observada tendência de retração na atividade. Das seis regiões pesquisadas, quatro apresentaram resultados negativos, enquanto duas registraram crescimento. O destaque negativo ficou por conta do Norte de Minas, onde a receita caiu 14,7% na mesma base de comparação. Na contramão, o Centro-Oeste teve o melhor desempenho, com expansão de 16,6% no mesmo período.
Os dados fazem parte da Pesquisa Indicadores Industriais Regionais (Index), divulgada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Na avaliação da economista da entidade, Annelise Rodrigues Fonseca, as diferenças entre as regiões podem ser justificadas pela diversificação do parque mineiro.
“Apesar das características bastante peculiares da indústria mineira, de maneira geral, o setor já vem perdendo intensidade há algum tempo. Os indicadores regionais mostram isso. Uns com mais intensidade, outros com menos. Foi por este motivo que a Fiemg já reviu para baixo as expectativas para 2013 duas vezes”, explica.
No começo do ano, as projeções eram de expansão de 4,5% para o faturamento de 2013 frente a 2012. No fim do primeiro trimestre, a Fiemg reduziu suas projeções para 3,3%. Agora, baixou ainda mais e a alta estimada para a receita deste exercício é de 1,7%.
Assim, conforme a economista, tanto para o Estado todo como para o interior, mesmo que haja recuperação de alguns segmentos ao longo do segundo semestre, o resultado para o acumulado do ano, na melhor das hipóteses, será moderado.
Na divisão por regiões, a maior retração ocorreu no Norte, onde o faturamento caiu 14,7% no primeiro semestre ante os seis primeiros meses de 2012. A maior contribuição negativa veio do setor de produtos alimentícios, que recuou 10,38%. Por outro lado, a área de produtos têxteis evitou que a queda fosse ainda maior, já que apresentou alta de 16,51%. O nível de emprego caiu 10,22% e a massa salarial 4,78%. Já a ocupação da capacidade instalada (Nuci) passou de 83,24% nos seis primeiros meses de 2012 para 72,02% no primeiro semestre deste ano.
No Leste, a queda no faturamento foi de 4,43% no acumulado de 2013 até junho, com destaque para os produtos de metal, cujo recuo chegou a 46,87%. Por outro lado, as atividades de produtos alimentícios tiveram alta de 20,53%. O número de empregos baixou em 2,8% e massa salarial 1,21%. Já as horas trabalhadas aumentaram 0,11% e a Nuci chegou a 87,68%, contra 87,39%.
A Zona da Mata apresentou queda de 4,35% na receita na primeira metade de 2013 ante igual período do ano anterior. O setor de produtos têxteis puxou a queda, com recuo de 4,82%. Com isso, as horas trabalhadas tiveram queda de 0,42%. O emprego aumentou em 1,76% e a massa salarial em 5,86%. Já a utilização da capacidade instalada média no período foi de 85,87%, enquanto que na mesma época de 2012 foi de 85,89%.
O Sul, por sua vez, apresentou diminuição de 3,14% no faturamento. A maior queda (4,27%) foi observada no segmento de máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Na região, o nível de emprego subiu 2,64% nos seis primeiros meses de 2013 e as horas trabalhadas 4,08%. As remunerações diminuíram em 1,85%. A Nuci média foi de 74,3%, contra 75,87% registrada no mesmo período de 2012.
Por outro lado, o Centro-Oeste registrou aumento de 16,6%. Somente a metalurgia básica avançou 2,56% e os produtos têxteis 1,99%. O emprego cresceu 8,21%, as horas trabalhadas 9,87% e os salários 8,03%, todos em relação a igual período de 2012. A utilização da capacidade instalada no acumulado chegou a 65,17%, contra 64% em 2012.
No Triângulo o faturamento da indústria cresceu 2,73% no primeiro semestre, com destaque para produtos alimentícios, com alta de 3,13% na receita. Já o nível de emprego subiu 0,75%, as horas trabalhadas 5,97% e a massa salarial cresceu 2,44%. A utilização da capacidade instalada chegou 83,06%. (Diário do Comércio)


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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