Escravidão no Norte de Minas: 51 trabalhadores são resgatados em Jaíba, Matias Cardoso, Bocaiuva e outros municípios

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Operação encontrou trabalhadores em propriedades rurais em situações classificadas pela fiscalização como análogas à escravidão. Cinco adolescentes estavam entre os resgatados. Falta de água potável, ausência de banheiros, alojamentos precários e trabalhadores sem registro estão entre as irregularidades apontadas. Uma operação realizada durante o mês de agosto revelou um cenário alarmante no Norte de Minas Gerais. Ao todo, 51 trabalhadores foram resgatados de condições classificadas pela fiscalização como análogas à escravidão, em propriedades rurais de Jaíba, Matias Cardoso, Bocaiuva, Berilo e Jequitaí. O número impressiona, mas outro dado torna o caso ainda mais grave: entre os 51 trabalhadores resgatados, cinco eram adolescentes. A força-tarefa foi conduzida por Auditores-Fiscais do Trabalho, com apoio da Polícia Federal e da Polícia Militar e participação do Ministério Público do Trabalho (MPT). Fiscalização encontra cenário degradante As equipes chegaram a propriedades dedicadas a...

Ricardo Eletro em Janaúba


Patrick e Banda na inauguração da Ricardo Eletro




Rodrigo Nunes (irmão do Ricardo)
Em clima de festa em com uma verdadeira multidão aguardando a inauguração de mais uma loja da Rede Ricardo Eletro, a cidade de Janaúba compareceu em peso para conhecer as ofertas da loja que tem registrado em cartório: “Cobrimos qualquer oferta do Brasil”!
Com preços incríveis e atendimento diferenciado a Ricardo Eletro honra seu nome de loja que vende barato de verdade.
Janaúba e região só têm a ganhar com a vinda dessa grande rede de lojas, pois concorrência “forte” faz o preço baixar! E é claro quem ganha somos nós clientes.




Historia do Ricardo Eletro

RICARDO nasceu em Divinópolis - Minas Gerais, em menos de duas décadas, Nunes partiu do ponto zero -- zero mesmo -- para tornar-se dono de uma das dez maiores redes de lojas de varejo do país. Sua trajetória empreendedora começou cedo e teve profunda influência de seu pai, um comerciante de bijuterias. "Meu pai morreu quando eu era criança", diz Nunes, o segundo de quatro filhos. Aos 12 anos após perder o pai Ricardo tinha que ajudar a mãe a cuidar dos irmãos, e por isso começou a vender as mexericas do sitio.

Ia vender perto das escolas e descobriu que gritando, vendia mais. Logo começaram a aparecer outras crianças vendendo perto dele, e então ele aprendeu que precisava cobrir o preço para vencer a concorrência.
Aos 18 anos, ele começou a repetir todas as semanas o roteiro profissional preferido de seu pai --ir a São Paulo para buscar mercadorias e vender em sua cidade natal, Divinópolis, no interior de Minas Gerais. Mas, em vez de trazer bijuterias na bagagem, Nunes passou a comprar bichos de pelúcia para revendê-los pelo dobro do preço. A família vendeu um carro para montar uma pequena loja que se chamava RICARDO ELETRO, mesmo sem ter nenhum eletrodoméstico a venda, apenas roupas, bijouterias e ursos de pelúcia comprados em São Paulo, na 25 de março. É que Ricardo já acreditava no seu sonho, e na minha visão é isso que significava aquela placa, era a representação desse sonho que ele estava batalhando.

Depois de algum tempo Nunes passou a revender também eletrodomésticos -- por um preço bem mais baixo do que o oferecido pela concorrência. "Comecei como um camelô organizado", diz Nunes, que deixou de vender os bichos em 1994, quando passou a comprar equipamentos diretamente dos grandes fabricantes. Hoje, boa parte da margem está ancorada na venda de móveis.

Como concluiu apenas o segundo grau, ele se vale da intuição e do tino comercial herdado do pai, Fernando, um pequeno joalheiro, para tocar o negócio. Seu braço direito nessa empreitada é o irmão caçula Rodrigo Nunes. “Nunca segui nenhuma regra dos manuais de administração”, diz o dono da Ricardo Eletro que tem como ídolo o veterano Samuel Klein, dono da Casas Bahia. “Não delego tarefas e se precisar descarrego o caminhão e vou para a loja ajudar a vender,” completa. Mas apesar do sucesso, Ricardo Nunes conserva o jeito mineiro. Um ponto, aliás, elogiado pelo professor Felisoni de Angelo, do Provar-USP. “O melhor para ele é seguir trabalhando em silêncio”



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Comentários

  1. SOMENTE PARA ESCLARECIMENTO, INFORMO QUE O RICARDO CONCLUIU EM 2004 O CURSO SUPERIOR NO CDL, NA 1 TURMA DE PROCESSOS COMERCIO VAREJISTA

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