Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Servidores municipais protestam contra cortes na saúde em Januária

(G1) Servidores municipais de Januária, no Norte de Minas, fizeram uma manifestação na manhã desta terça-feira (8) contra a situação do setor da saúde no município.
Os manifestantes percorreram algumas ruas da cidade com cartazes, bandeiras e apitos. O grupo alega que o município reduziu o adicional por insalubridade para 20% em setores que recebiam 40%. “O município contratou uma empresa que fez um estudo superficial, pesquisou apenas os riscos biológicos, mas não estudou os riscos físico-químicos. O estudo não fez nenhum questionário aos servidores”, lamenta a fisioterapeuta Karine Oliva.
De acordo com o secretário de desenvolvimento social, Abel Barcellos, o Ministério Público orientou o município que revisasse os pagamentos de adicionais de insalubridade e periculosidade, assim, como outros gastos em Januária.
Para atender as orientações no setor ligado à saúde, segundo a secretário, o município contratou uma empresa especializada, que realizou um estudo baseado em Leis Federais. O estudo apontou que alguns servidores recebiam indevidamente os adicionais de insalubridade e periculosidade, enquanto outros que precisavam não estavam recebendo os adicionais.
Barcellos negou ainda que os cortes realizados na área da saúde tenham comprometido os atendimentos à população.

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