Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Tragédia da Creche Gente Inocente completa 3 anos: 'Fico imaginando como estaria', diz mãe de menino que morreu


(Por Michelly Oda e Paula Alves, G1 Grande Minas) Há três anos, Valdirene do Santos Borges perdeu o filho Matheus na tragédia da Creche Gente Inocente em Janaúba (MG). Dez crianças, três professoras e o vigia Damião Soares dos Santos, que colocou fogo na unidade, morreram. Uma live em prol das vítimas vai ser realizada nesta segunda (5)“A cada mês, a cada ano que passa eu fico imaginando como ele estaria. Eu vou levando, mas o dia 5 para mim será uma data assim que... não vou esquecer nunca”, diz entre lágrimas.

Matheus estava com cinco anos e tinha o sonho de ser policial.

Na época, a polícia informou que Damião Soares dos Santos, de 50 anos, jogou álcool nas crianças e nele mesmo e, em seguida, ateou fogo. Ele foi para a creche levando um atestado e cometeu o crime. O vigia estava afastado do trabalho por motivos de saúde.

E foi Valdirene quem ensinou uma lição para a professora Sanny Simanelle de Sá. No dia da tragédia, ela estava lecionando.

“A gente não tem oportunidade para o amanhã, a gente só tem o hoje, o agora. Eu tenho um filho e ela fala comigo assim: Tia, nós não temos o amanhã, nós só temos o hoje para falar o tanto que amamos os nossos filhos.”

Dia vai ficar marcado
E as marcas do dia 5 de outubro de 2017 também ficaram em quem atuou no socorro às vítimas.

“Realmente foi um dia muito triste, que vai ficar marcado na nossa carreira”, fala o sargento Willian Xavier Aguiar, do Corpo de Bombeiros.

“Eu não esperava que seria uma ocorrência tão relevante. Chegamos lá e nos deparamos com óbitos, várias crianças queimadas e com muita dificuldade. O pessoal todo comovido e ajudando”, lembra o soldado Dime Rafael Rodrigues.

Movida pelo desejo de salvar as crianças, a professora Helley Abreu Batista sacrificou a própria vida para que a tragédia não fosse ainda pior. Ela teve 90% do corpo queimado e morreu no hospital, horas depois.

“Diante daquela dor, de gritos e choros, ela se comoveu no momento. Às vezes não consigo nem imaginar, será que eu faria?”, diz Luiz Carlos Batista, viúvo da professora.

A atitude heroica rendeu uma homenagem à professora, a creche passou por uma grande reforma e recebeu o nome dela.

‘Ficou marcado pelo resto da vida’

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