Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Prejudicada pela grilagem de 2011, regularização de terras rurais é retomada

O Governo de Minas Gerais realizou na sexta-feira (6/4), audiência pública cumprindo o recomeço do processo de regularização de terras rurais no município de Espinosa, no Território Norte.

A ação faz parte da retomada do programa estadual de regularização fundiária rural, atendendo demanda histórica da região. Desde a reestruturação do programa, em 2015, o Governo de Minas Gerais já emitiu mais de 2 mil títulos de propriedades rurais.

Os trabalhos de regularização de terras foram prejudicados pelo escândalo de grilagem de terras desvendado pela Polícia Federal, por meio da Operação Grilo, que à época (2011), desbaratinou uma organização criminosa que atuava na região norte do estado. Na investigação, os policiais apontaram a participação de servidores públicos vinculados à autarquia estadual Iter-MG (Instituto de Terras) que legitimavam a “posse” de terras devolutas por “laranjas” que jamais tinham sido proprietários ou possuidores de terras na região. Na sequência, o grupo ainda operava para que o agora proprietário vendesse o título às pessoas físicas ou jurídicas intermediárias que, ao final, negociavam a terra com grande mineradoras a preços astronômicos.

O trabalho foi realizado em parceria com a Empresa Mineira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG), Sindicato dos Trabalhadores Rurais, além do apoio da câmara e da prefeitura.

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