Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

Ex-marido de professora desaparecida em Ninheira é solto após cinco dias preso

Desaparecimento chocou a cidade de 10 mil habitantes
(R7) Depois de ficar cinco dias preso, o ex-marido da professora Claudineia Rocha Viana, de 32 anos, foi solto na última segunda-feira (19). Claudineia não é vista pela família desde o dia 4 de janeiro. Conforme a assessoria de imprensa da Polícia Civil, indícios levaram a polícia a pedir a prisão do suspeito, que não teve a identidade divulgada.
Ainda conforme a corporação, o delegado responsável pelo caso, Everson Francisco de Moura, não deu mais detalhes sobre a suposta participação do ex no caso. A Justiça expediu um mandado de liberdade, que foi cumprido na segunda-feira. Agora, as investigações continuam na tentativa de desvendar o paradeiro da professora.

Lembre o caso
Claudineia é da pequena cidade de Ninheira, no norte de Minas. Conforme a denúncia da família, ela sumiu sem deixar pistas. O marido e a filha da professora foram à igreja e, quando retornaram, não a encontraram mais em casa. Não havia marcas de arrombamento nas portas e janelas, nem sinal de roubo: celular, chaves, carteira e documentos foram deixados no lugar.
Ela é coordenadora das creches municipais e ainda dá aulas no Centro Infantil Sonho Meu. O secretário de administração de Ninheira, José Rodrigues, pede notícias.
— A cidade está muito abalada, ninguém aqui nunca passou por isso. A família nos procurou para pedir ajuda, a polícia está toda empenhada no caso e até um helicóptero da PM tem feito buscas. É esquisito porque é uma pessoa.

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